Prefeitura fecha os olhos para moradores de favela

A atual situação da favela situada ao lado do parque de exposições de agropecuária, onde vivem em média 30 famílias está chegando ao seu estado crítico. A falta de energia elétrica, água tratada, saneamento básico misturado com a forte onda de calor tem aumentado o número de doenças no local, devido - principalmente - ao fato do esgoto correr a céu aberto.
Segundo o líder da comunidade, Iramar, a prefeitura nega a assistência pelo fato da favela ser irregular, ou seja, uma invasão. Diz também que há dois meses a escola improvisada no local, onde estudavam 43 crianças, foi fechada. Segundo o líder da comunidade, a professora que lecionava no local, como voluntária, que também trabalha na rede pública de ensino foi pressionada pela prefeitura a abandonar o local. Desde então as crianças estão sem aula.
Outro problema crítico é a quantidade marginais que se infiltraram na favela e transformaram parte dela em boca de fumo e local de recepção de objetos furtados, já que todo domingo, ao lado da favela funciona a Feria da Marreta e o policiamento no local é bastante precário.

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