Superlotação e investimento não é o suficiente na CPP
A Casa de Prisão Provisória de Goiás está cheia. São 1.250 presidiários num espaço projetado para 680 detentos. Numa única cela encontra-se 16 presos num espaço que seria de oito. O regime carcerário com dificuldades nas questões de segurança, ordem e problemas com a prisão lotada, deixa certa insegurança quando algum de seus ex-detentos sai para o meio social após pena cumprida ou julgamento de absolvição.
Hoje o custo por preso em Goiás é de 300 a 350 reais por mês enquanto no restante do país é de 800 a mil reais por mês. A atual verba do Estado destinada a Agência Prisional de Goiás é de 400 mil reais, dinheiro que não supre todas as necessidades dos presídios. “Com esse dinheiro se investe desde o pagamento de funcionários, transporte, material administrativo e o preso em si”, diz Sanderson Arruda, diretor da CPP.
Porém há os que acreditam que o retorno à sociedade após pena passada com sucesso, mesmo com todas as dificuldades depende da própria vontade de cada pessoa. “A cadeia reeduca aquele que quer ser reeducado”, diz Marcos Lemes, agente prisional do Sistema Semi-Aberto do Complexo Casa do Albergado em Goiânia e ex-agente da CPP.
Projetos realizados na cadeia
O serviço em cadeias como a CPP é variado. “No presídio os detentos participam na manutenção do prédio, jardins, na parte hidráulica e elétrica”, diz Arruda. Além disso, os carcerários também participam de cursos como o “Projeto Vaga-lume” da Caixa Econômica Federal que trabalha sobre a alfabetização e pré-alfabetização e a oficina digital localizada dentro do complexo vinculada a atividades de informática.
O reeducando da CPP há quatro anos, Cláudio de Amorim confirma que os fatos são verdadeiros, mas que eles realizam mais serviços que envolvem mão de obra e não tão educativos. “Aqui a gente faz de tudo, somos iguais e trabalhamos mais nos serviços gerais ou o que tiver para fazer”.
O complexo da CPP é composto por quatro blocos que possuem galpões de refeitório e atividades múltiplas, como o artesanato, fabricação de bolas e fábrica de saco de lixo. Mas o diretor do presídio alega que deveria haver um melhor investimento do Estado no sistema prisional todo. “Não adianta ter essa estrutura e não oferecer os meios mais certos para o preso estar entrando em alguma atividade valorativa”.
Omilton Junior
Hoje o custo por preso em Goiás é de 300 a 350 reais por mês enquanto no restante do país é de 800 a mil reais por mês. A atual verba do Estado destinada a Agência Prisional de Goiás é de 400 mil reais, dinheiro que não supre todas as necessidades dos presídios. “Com esse dinheiro se investe desde o pagamento de funcionários, transporte, material administrativo e o preso em si”, diz Sanderson Arruda, diretor da CPP.
Porém há os que acreditam que o retorno à sociedade após pena passada com sucesso, mesmo com todas as dificuldades depende da própria vontade de cada pessoa. “A cadeia reeduca aquele que quer ser reeducado”, diz Marcos Lemes, agente prisional do Sistema Semi-Aberto do Complexo Casa do Albergado em Goiânia e ex-agente da CPP.
Projetos realizados na cadeia
O serviço em cadeias como a CPP é variado. “No presídio os detentos participam na manutenção do prédio, jardins, na parte hidráulica e elétrica”, diz Arruda. Além disso, os carcerários também participam de cursos como o “Projeto Vaga-lume” da Caixa Econômica Federal que trabalha sobre a alfabetização e pré-alfabetização e a oficina digital localizada dentro do complexo vinculada a atividades de informática.
O reeducando da CPP há quatro anos, Cláudio de Amorim confirma que os fatos são verdadeiros, mas que eles realizam mais serviços que envolvem mão de obra e não tão educativos. “Aqui a gente faz de tudo, somos iguais e trabalhamos mais nos serviços gerais ou o que tiver para fazer”.
O complexo da CPP é composto por quatro blocos que possuem galpões de refeitório e atividades múltiplas, como o artesanato, fabricação de bolas e fábrica de saco de lixo. Mas o diretor do presídio alega que deveria haver um melhor investimento do Estado no sistema prisional todo. “Não adianta ter essa estrutura e não oferecer os meios mais certos para o preso estar entrando em alguma atividade valorativa”.
Omilton Junior

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