Mãe solteira: ausência de uma companhia

Quando pensamos na chegada de um bebê, costumamos imaginar que esse mesmo casal que o concebeu, será em conjunto o que o trará ao mundo, o cuidará e educará. Esta é a situação ideal e previsível. No entanto, não é a que se apresenta em todos os casos. Pelo contrário, cada vez é mais freqüente encontrar mulheres que enfrentam a maternidade sem um homem ao seu lado. As razões são várias, mas basicamente poderíamos classificá-las em dois grandes grupos: as mães que não escolhem viver essa situação e as que decidem ter o seu bebê sozinhas.
Ter um filho também implica noites sem dormir, fraldas para mudar, tarefas domésticas que se multiplicam, o bebê que tem febre, os problemas que podem surgir no colégio. A estudante Lidiane Costa, engravidou aos 23 anos do seu namorado, logo depois o namoro acabou e ela teve que encarar momentos difíceis com o apoio de sua família. Mãe solteira de Felipe Costa a estudante conta que há momentos em que esta responsabilidade se torna francamente pesada e torna-se necessário compartilhar com alguém. É precisamente nestes momentos que a ausência de uma companhia se faz notar com mais intensidade afirma Lidiane.
Por: Débora Teixeira

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